ALTA DE LISBOA BIP-ZIPOU EM ALTA

 O Programa BIP-ZIP – Bairros e Zonas de Intervenção prioritária de Lisboa foi criado pela Câmara Municipal de Lisboa, no quadro do Programa Local de Habitação (PLH), disse a vereadora Helena Roseta.

Segundo aquela vereadora, o BIP-ZIP é um instrumento de política pública municipal que visa dinamizar parcerias e pequenas intervenções locais de melhoria dos “habitats” abrangidos, através do apoio a projectos levados a cabo por juntas de freguesia, associações locais, colectividades e organizações não-governamentais, contribuindo para o reforço da coesão sócio territorial no município.

A Associação de Apoio ao Estudante Africano e Comunidade enquanto promotor do projecto ALLARTES com a APEAL – Associação de Pais e Encarregado de Educação do Agrupamento de Escolas do Alto do Lumiar e a ARAL – Associação de Residentes do Alto do Lumiar em parceria com a AMQG – Associação de Moradores da Ex-quinta Grande aderiram a esta iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa.

Estiveram também presentes para além do Presidente da CML Dr. António Costa, a Vereadora Helena Roseta (a anfitriã), líderes das associações locais, entre outros funcionários seniores da CML. A Alta de Lisboa esteve amplamente representada pelas associações locais e técnicas seniores do K´cidades bem como o grupo coordenador do GCAL – Grupo Comunitário do Alto de Lisboa.

A AAEAC esteve representada pelo seu presidente executivo Dr. José Manuel Costa, pela Secretária da Administração e Finanças da AAEAC e directora do CEAC, Dra. Assunção de Sousa e pelo director do departamento de estudantes Dr. Eduardo Kiesse.

Na sua intervenção, Helena Roseta realçou que “o importante é que as candidaturas têm que resultar de parcerias, ao contrário de outros programas de apoio”, sublinhou na ocasião a vereadora com o pelouro da Habitação. Relativamente a limitação dos recursos face as necessidade reais dos bairros e zonas de intervenção prioritária a vereadora disse “É pouco, mas será com certeza bem aplicado e mais reprodutivo do que muitos milhões que a Câmara gasta em coisas que depois não são tão reprodutivas”.

Este programa terá uma equipa pluridisciplinar que fará a ponte entre os parceiros e os serviços da autarquia, de forma a reduzir a burocracia no desenvolvimento dos projectos e a monitorizar a aplicação das verbas.

Para o presidente da Câmara municipal de Lisboa Dr. António Costa este protocolo BIP/ZIP “ destaca-se de todos os outros programas pela confiança da Câmara Municipal junto dos parceiros e dos parceiros na Câmara. Aqui são as próprias pessoas que vão fazer, não são os serviços da autarquia”, considerou.

Os BIP/ZIP resulta de vários projectos assentes em parcerias em que as associações de base locais, são os proponentes e executores da implementação dos projectos, depois de diagnosticados os problemas reais dos bairros e zonas de residência. É um projecto orientado de baixo para cima e não de cima para baixo em que um determinado inteligente pensasse e exigisse a implementação da sua ideia como diria Helena Roseta.

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